Desde o seu lançamento em 2018, Green Book tem gerado um intenso debate nas esferas cultural e crítica. A obra foi alvo de elogios e críticas que discutem sua visão sobre o racismo e a representatividade, especialmente considerando que faturou o Oscar de Melhor Filme em 2019. Segundo o site oficial da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, a produção conquistou ainda prêmios por roteiro original e ator coadjuvante.
Apesar do sucesso comercial e do reconhecimento oficial, a narrativa de Green Book provocou questionamentos sobre a forma como aborda as relações raciais, apontando para uma simplificação da complexa realidade da segregação nos Estados Unidos. Essa dualidade entre aclamação e controvérsia permanece presente, refletindo na repercussão em plataformas como a Netflix, onde o filme continua atraindo um público diversificado e fomentando discussões sobre representatividade no audiovisual.









