Após o lançamento de Supergirl em 2026, que faturou cerca de 68 milhões de dólares mundialmente — sendo 38 milhões só nos Estados Unidos —, a Warner Bros decidiu repensar sua estratégia para o DCU. Apesar do filme ter alcançado uma aprovação de 56% no Rotten Tomatoes, seu desempenho nas bilheterias ficou atrás de títulos como Morbius. A experiência indicou que produções focadas em personagens menos populares enfrentam dificuldades para atrair um público amplo o suficiente.
Com isso, o estúdio aposta em apostar num longa centrado nos icônicos vilões Bane e Deathstroke, figuras consagradas do universo do Batman, que possuem uma base fiel de fãs consolidada. Embora James Gunn tenha delineado um cronograma inicial para o DCU envolvendo títulos como Superman, Lanterna Verde e um encontro da Liga da Justiça, Bane e Deathstroke ainda não fazem parte do plano oficial. No entanto, após a estreia de Man of Tomorrow em 2026, o calendário cinematográfico do DCU está livre de lançamentos confirmados, deixando espaço para novas apostas.
Além disso, diversos rumores apontam para uma possível participação do Batman no filme desses vilões, assim como conexões futuras com a Liga da Justiça. Gunn já confirmou que um roteirista está trabalhando no projeto e que o diretor ainda não foi oficialmente anunciado, embora o nome de Greg Mottola tenha surgido como possível comando criativo. Historicamente, Tom Hardy interpretou Bane em Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012), enquanto Deathstroke fez uma breve aparição na cena pós-créditos de Liga da Justiça (2017).
Uma das vantagens da Warner ao focar em antagonistas é a redução de custos, pois o filme não necessitará de atores com salários exorbitantes de protagonismo. O desenvolvimento está avançado e aguarda apenas a aprovação final para ir adiante. A previsão é que o lançamento ocorra entre 2028 e 2029, respeitando o padrão de comunicação comum no estúdio. Caso obtenha sucesso, esta produção pode ser a referência para futuras histórias centradas em vilões no DCU, além de influenciar grandes projetos em carteira, como The Authority e Paradise Lost. No entanto, um possível fracasso poderia impactar negativamente o cronograma do universo compartilhado, provocando atrasos ou até cancelamentos de novas produções.









