A produção do filme Supergirl enfrentou diversas dificuldades, incluindo uma recepção morna durante as sessões de teste, provocando debates internos sobre a direção criativa. O diretor Craig Gillespie, conhecido por seu trabalho em Cruella, teve desentendimentos com os produtores, o que atrasou algumas decisões importantes. Além disso, a aquisição da Warner Bros. Discovery pela Paramount Skydance gerou uma atmosfera de incerteza dentro da DC Studios.
Enquanto a química entre a equipe técnica e o elenco buscava se consolidar, o interesse do público alinhado à geração Z sobre filmes de super-heróis apresentou queda em relação a anos anteriores, sendo o gênero mais apreciado por millennials. Originalmente, a produção se chamaria Supergirl: A Mulher do Amanhã, título inspirado na obra gráfica criada pelo escritor Tom King e ilustrada pela artista brasileira Bilquis Evely, mas foi ajustada para o nome mais direto Supergirl.
A trama se destaca ao se afastar da Terra, mostrando a protagonista interpretada por Milly Alcock (A Casa do Dragão) em uma jornada pelo espaço, onde busca justiça e vingança. O elenco conta ainda com Eve Ridley, que ganhou destaque em Problema dos 3 Corpos, no papel de Ruthye, e Matthias Schoenaerts (The Old Guard) como o antagonista Krem. O roteiro, assinado por Ana Nogueira, foi desenvolvido após sua contratação para substituir um projeto anterior estrelado por Sasha Calle, que interpretou a heroína em uma dimensão alternativa no filme The Flash.
Também fazem parte do conjunto David Krumholtz e Emily Beecham como Zor-El e Alura In-Ze, pais da Supergirl, enquanto Jason Momoa, que atuava como Aquaman na antiga fase do universo DC, assume agora o papel do mercenário Lobo. Este longa simboliza uma nova etapa para a DC Studios, que pretende renovar o gênero de super-heróis com uma abordagem mais sombria e envolvente, explorando temas espaciais e conflitos intensos.









