No dia 25 de maio, a Câmara Municipal de Palmas foi palco para um evento especial que celebrou a trajetória da escritora e ex-primeira-dama do Tocantins, Warner Pires. Na ocasião, ocorreu o lançamento do livro Sonhos e Emoções, no hall principal, além da apresentação da versão digital da primeira edição de Memórias Vivas da Câmara Municipal de Palmas, obra que resgata a história política local e a contribuição dos vereadores ao longo do tempo.
Warner Pires, conhecida por sua atuação como vereadora e seu engajamento na cena social palmesana, falou sobre como o livro traça um paralelo entre suas experiências pessoais e o desenvolvimento político e social da capital do Tocantins. Ela ressaltou o papel desafiador de ser mulher e companheira de figura pública, destacando a força requerida para superar os obstáculos enfrentados no pioneirismo da região Norte do Brasil.
O artista Diomar Naves foi responsável pela ilustração da orelha do livro Sonhos e Emoções, inspirada em uma fotografia da autora, o que conferiu uma identidade visual marcante à publicação. O presidente da Academia Palmense de Letras, Orion Milhomem, enalteceu a coragem de Warner Pires e a relevância de seu trabalho para a história cultural de Palmas, enquanto o vereador Vinícius Pires, filho da escritora, reforçou o valor do legado familiar e a importância de preservar as memórias da cidade.
Além disso, os demais filhos expressaram publicamente seu reconhecimento pelo empenho e influência da mãe, com destaque para o médico Vagner Pires, que mencionou o orgulho de conviver com alguém tão dedicado à família e à comunidade. A cerimônia contou com a presença de autoridades, familiares, amigos e pioneiros da capital, evidenciando o respeito e admiração que o trabalho de Warner Pires desperta.
A primeira edição digital de Memórias Vivas está disponível para consulta, enquanto a segunda edição, que abrangerá o período de 2008 a 2028, já está em fase de planejamento. Ambos os títulos, incluindo Sonhos e Emoções, podem ser adquiridos na Amazon. Warner Pires enfatizou que, diferentemente das palavras ditas e esquecidas, a escrita permanece como um registro duradouro, fundamental para manter viva a memória, a cultura e a identidade do povo palmesano.








